A Crítica Sobre o Comunismo é a Crítica Sobre o Sujeito da Mesma.
Onde, de fato, existiu o comunismo em sua plena manifestação? Em que parte do mundo o homem alcançou a plenitude da preocupação com o comunitário em detrimento do individual? Onde que o homem alcançou o ápice do autogoverno e da responsabilidade social? Onde, no planeta, a economia e a produção estão para a humanidade, e não a humanidade para aquelas? Onde que o homem alcançou tal estágio de evolução moral, que dispense os grilhões do Estado, da Religião, das Tradições e das Leis Positivas? Em que parte do planeta a educação se volta para o questionamento da ideia perniciosa de necessidade, perpetrada pelo poder hegemônico do consumismo? Não é no mundo "idílico" do comunismo - possivelmente alcançável por uma educação e construção de hábitos coletivistas - que reside o problema, mas no mundo "real", capitalizado por necessidades desnecessárias, em que cada esfera da vida humana é degenerada por valores egocêntricos, individualistas e perniciosos. Há uma dif...