Cidadão de bem, armado.


Um povo é capaz de brigar pelo direito de guerrear, aparentemente, pela própria vida, mas não é capaz de brigar para que o Estado cumpra sua função de forma adequada.

Pedem-se leis e projetos voltados para "legitima defesa" mas não pedem projetos e leis que auxiliem na redução da produção da criminalidade.

"Armar o cidadão de bem"; pífia utopia, partindo da premissa que mesmo "cidadãos de bem" erram, e certos erros são irremediáveis, e a própria criminalidade é oriunda de uma sequencia de erros - deliberados ou não, das autoridades e não.

Cidadão de bem, humpf...conheço alguns bem próximos que nada devem à lei, mas à moral, ética e integridade, deixam a desejar.

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